(Mário Quintana)
O amor é quando a gente mora um no outro.
Bem vindo! Você está convidado a relaxar e ler. Há aqui poemas meus e de autores consagrados, de que gosto. Você é livre para copiar os poemas deste Blog e utilizá-los sem fins comerciais. O uso comercial do conteúdo deste Blog não é permitido. Leia sem pressa e aproveite. Gilberto.
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segunda-feira, 30 de julho de 2012
Seiscentos e sessenta e seis
(Mário Quintana)
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos…
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
seguia sempre, sempre em frente …
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos…
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
seguia sempre, sempre em frente …
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Coisas Numeradas de Um a Trinta e Cinco - XX
(Mário Quintana)
As viagens ilustram, como dizem? As viagens aproveitam alguma coisa?
Não sei, mas desconfio que depois da sua visita aos Estados Unidos a
Gioconda deve ter voltado com um sorriso muito mais enigmático.
As viagens ilustram, como dizem? As viagens aproveitam alguma coisa?
Não sei, mas desconfio que depois da sua visita aos Estados Unidos a
Gioconda deve ter voltado com um sorriso muito mais enigmático.
Coisas Numeradas de Um a Trinta e Cinco - XIX
(Mário Quintana)
Um dia de chuva é bom para a gente comprar livros de poemas... Quem
perguntar por que, de nada lhe adianta comprar um livro de poemas.
Um dia de chuva é bom para a gente comprar livros de poemas... Quem
perguntar por que, de nada lhe adianta comprar um livro de poemas.
Coisas Numeradas de Um a Trinta e Cinco - III
(Mário Quintana)
A Vitória de Samotrácia: vento petrificado.
A Vitória de Samotrácia: vento petrificado.
Coisas Numeradas de Um a Trinta e Cinco - XXIII
(Mário Quintana)
Quanto à arte engajada, eu só te pergunto: Que significação política tem o crepúsculo?
Quanto à arte engajada, eu só te pergunto: Que significação política tem o crepúsculo?
Coisas Numeradas de Um a Trinta e Cinco - VIII
(Mário Quintana)
Mas para que interpretarem um poema? Um poema já é uma
interpretação.
Mas para que interpretarem um poema? Um poema já é uma
interpretação.
domingo, 6 de maio de 2012
A verdadeira arte de amar
(Mário Quintana)
A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali…
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali…
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
domingo, 29 de abril de 2012
Canção do Dia de Sempre
(Mário Quintana)
Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
O tempo
(Mário Quintana)
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
domingo, 25 de março de 2012
Poeminha do Contra
(Mário Quintana)
Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Uma Canção
(Mário Quintana)
Minha terra não tem palmeiras...
E em vez de um mero sabiá,
Cantam aves invisíveis
Nas palmeiras que não há.
Minha terra tem relógios,
Cada qual com sua hora
Nos mais diversos instantes...
Mas onde o instante de agora?
Mas onde a palavra "onde"?
Terra ingrata, ingrato filho,
Sob os céus da minha terra
Eu canto a Canção do Exílio!
Minha terra não tem palmeiras...
E em vez de um mero sabiá,
Cantam aves invisíveis
Nas palmeiras que não há.
Minha terra tem relógios,
Cada qual com sua hora
Nos mais diversos instantes...
Mas onde o instante de agora?
Mas onde a palavra "onde"?
Terra ingrata, ingrato filho,
Sob os céus da minha terra
Eu canto a Canção do Exílio!
segunda-feira, 12 de março de 2012
Da Discrição
(Mário Quintana)
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...
Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também...
Da Felicidade
(Mário Quintana)
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura,
Tendo-os na ponta do nariz!
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura,
Tendo-os na ponta do nariz!
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