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terça-feira, 14 de maio de 2013

Na Bilheteria


Na bilheteria, a funcionária,
toda sorridente, cumprimenta...
Não é fria, rude ou rabugenta,
nem é enfezada, nem contrária!

Mesmo a consciência ordinária
e terrivelmente desatenta,
não - de forma alguma! - se contenta!
- Ela é santa, agora, e eu, o pária?

Que comportamento inusitado:
- demonstrar, sem mais, essa alegria...
Tento compreender o que há de errado...

Mas é claro! É isso! só podia:
- sem querer eu próprio fui culpado
pois, primeiramente, dei "Bom dia"!

Gilberto de Almeida
14/05/2013


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