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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Minha vida, meu trabalho


Minha vida, qual milhares,
continua lentamente
navegando pelos mares,
sem domínio da corrente.

As histórias, tão vulgares,
nada têm de diferente;
tão comuns, os meus lugares,
não importa que eu lamente.

Minha única esperança
- sei que não existe atalho! -
é que o esforço sempre alcança

os triunfos que são seus;
é supor que, em meu trabalho,
minha vida busca a Deus!

Gilberto de Almeida
19/01/2016


2 comentários:

  1. Uma busca que alguns dizem sem fim. Talvez seja por não procurarem no lugar certo...
    Ele já vive aqui dentro. Basta escutar atentamente para ouvir a Sua voz...
    Gostei muito dos seus versos, Gilberto!
    Um grande abraço!

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  2. Lindo poema sobre o viver e na passagem do tempo as procelas a serem vencidas e o destreza adquirida e a sabedoria da experiência ...e a busca do espiritual que nos norteia.
    Um abraço

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